sábado, 30 de junho de 2012

O que é ter personalidade forte?

Estava eu vagabundando na internet estudando muito, quando me veio uma questão à cabeça: mudar de opinião é ser fraco?
Para mim, não. Porém, creio que haja pessoas que não concordam comigo. Vou esclarecer.
Como uma pessoa briguenta que gosta de discutir assuntos do meu interesse, geralmente, envolvo-me em várias conversas com indivíduos que possuem opiniões diferentes das minhas. Meus objetivos, comumente, são esclarecer meus pontos de vista e tentar entender os ideais dos "oponentes" (às minhas ideias, claro).
Toda boa discussão é recheada de argumentações, opiniões bem formadas e muito fight. No entanto, às vezes chega o momento em que um dos "lados" não possui mais argumentos e, de vez em quando, começa a  mudar de ideia.
Porém, observo que, infelizmente, muita gente receia em admitir que sua opinião foi modificada. Por que isso acontece?
Bem, arriscarei responder. Acredito eu que o motivo mais frequente seja o medo de ser tachado de "fraco". Além desse, há outros não menos importantes: acomodação, orgulho ou, dependendo do caso, medo de não ser aceito pela sociedade. Foquemos no primeiro motivo.
Ao contrário do que muitos pensam, mudar de conceitos é algo incrivelmente interessante. Significa que você não está "estagnado" intelectualmente e que está aberto a novas ideias. Isso não é o máximo? *o*
Ser fraco, de acordo com meus pensamentos, é não ter opiniões, aceitar o que impõem sem questionar e ficar "paradão" no tempo. Digam-me, meus chuchus: que mal há em ter cabeça crítica e questionar tudo antes de aceitar?
Eis meu conceito de personalidade forte: mudar sempre que necessário, questionar antes de aceitar, buscar entender todos os pontos de uma vista e todas as vistas de um ponto.
Portanto, meus queridos, perguntem, critiquem, sugiram e, se preciso, mudem! Porque o mundo é para quem tem coragem de evoluir.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Para começar...

Eis que surge (ou não) uma pergunta bem básica: por que eu criei esse blog?
Bem, nem eu mesma sei estava eu, há pouco, conversando com um amigo, e ele me sugeriu que olhasse o blog de uma menina. Eu abri a página e acabei gostando da ideia - que eu mesma tive \o/ - de perder tempo falando besteira abordar assuntos da minha tão interessante vida.
No entanto, não me pergunte sobre o que vão ser as postagens. Se depender do meu humor, vou escrever sobre facas, sangue e mortes dolorosas assuntos bem, beeeeeem melancólicos, já que me encontro em uma situação bem frustrante: a paixão não-correspondida.
Sim, caro desocupado leitor, eu estou lascada, e digo mesmo: não tenho mais paciência para essas frescuras de borboleta no estômago, coração saltitante, saudade exagerada, ficar 24 horas na internet à espera do filho da mãe de quem gosto e outros sentimentos comuns a tal circunstância. Sabe, é muito chato gostar de alguém que não está nem aí pra sua existência.
Entretanto, além das baboseiras típicas de gente apaixonada, também pretendo escrever sobre situações diversas do meu cotidiano, como o dia em que saí com meus amiguinhos do coração para jogar boliche, e adivinhem?
Sim, foi exatamente o que você pensou: eu paguei vários micos em tempo recorde de algumas horas e, no final, ainda saí em último lugar com 5% da pontuação. Para começar, vou logo explicando que EU NÃO SABIA QUE NÃO SABIA JOGAR AQUELA BOSTA BOLICHE. Eu jogava no celular e era fera, poxa! Não imaginei que no pegapacapá fosse tão diferente.
O motivo de todas as proezas que realizei no jogo foi simples: as bolas pesavam algumas toneladas, e eu, com minha força espantosa, não me dei muito bem com elas.
Já que foram muitas ridicularidades, não acho que vou me lembrar de todas. Então, vou expor só as piores, como a hora em que a bola parou no meio do caminho, e foi preciso chamar o tio do shopping para resgatá-la, ou o momento em que eu joguei antes que os pinos chegassem à pista. Porém, o estopim da coisa foi quando eu efetuei a jogada e, acredite, eu consegui fazer que a bola PULASSE E BATESSE NA BOLA DA OUTRA PISTA, atrapalhando, assim, a paz dos jogadores vizinhos.
Enfim, gente, é isso aí. Meu primeiro post é esse, e espero que não queiram me xingar no twitter continuem lendo. Até a próxima besteira, seus lindos!